domingo, 5 de abril de 2009

15 anos da morte de Kurt Cobain

Em 1994 morria, por suicídio, um personagem importante da história do rock: o vocalista da banda norte americana Nirvana, Kurt Cobain. Sem dúvidas, o Nirvana trouxe novos cenários para o contexto do rock, influenciando o futuro do gênero musical. Porém, muitos não consideram a banda como revolucionária. Qual a sua opinião? Abaixo, reportagem sobre os quinze anos da morte do vocalista e um momento musical brilhante da banda. Aproveitem.

Kurt Cobain sobrevive como mito do 'grunge' 15 anos depois de sua morte

Nirvana - smells like teen spirit

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5 Comentários:

Blogger Sandro Miranda disse...

Acho que o Nirvana foi uma banda que marcou época, sem dúvida alguma, mas daí a ser considerada revolucionária acho exagero. São coisas diferentes, e mesmo os fãs mais ardorosos de Kurt Cobain podem admitir isso.

6 de abril de 2009 15:22  
Blogger bia commerford disse...

Nirvana foi e é uma grande banda! Tem milhares de fãs e foi o começo de toda uma história musical para alguns... A banda que teve o maior sucesso na era grunge e que foi inspiração de outras que surgiram depois....
Agora, como fã do Nirvana e do Kurt, sou mais uma entre várias que acham que ele foi assassinado pela própria mulher... e ninguém vai me fazer mudar de opinião!!! rs!

6 de abril de 2009 16:17  
Blogger Nevi disse...

Este comentário foi removido pelo autor.

9 de abril de 2009 15:19  
Blogger Nevi disse...

Sim, considero o Nirvana revolucionário, sim! Tal qual Ramones, The Clash e Sex Pistols foram em relação ao rock progressivo, assim foi o Nirvana para o hard rock farofa dos anos 80. A revolução aconteceu, mas, na minha opinião, ninguém foi capaz de levá-la à frente. Depois do punk, surgiram boas bandas de rock; não posso dizer o mesmo sobre o pós Nirvana.
Abraços,
Marcos Neves Jr.

9 de abril de 2009 15:20  
Blogger Daniel Mesquita disse...

Odeio o nirvana..acabaram com o Hard Rock do fim dos anos 80 com essa modinha grunge que não durou muito..provavelmente se tornou " lendário " pelo seu suícidio e não pela parte musical

15 de abril de 2009 17:44  

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